Primeiros socorros: Queimadura em cães

As queimaduras são classificadas em 4 principais graus

por George Augusto — publicado 30 jan 2015 - 11:07

Os cães domésticos são expostos constantemente a riscos que podem afetar a sua integridade física. Um fator que é muito frequente de ocorrência em cães, principalmente os de companhia, é a queimadura. Essa lesão é classificada em diferentes graus de severidade, variando de acordo com o tempo de exposição ou a potência do agente agressor. As queimaduras são classificadas em 4 principais graus:

Queimadura de I grau: Nesse caso, a lesão se instala principalmente na epiderme, ou seja, na camada mais externa da pele. É causada normalmente por exposição exagerada do animal a radiação solar. Tem uma cicatrização bastante rápida comparada aos outros graus. Podemos classificá-la como uma queimadura simples.

Queimadura de II grau: É classificada como de segundo grau, a queimadura em que a lesão acomete não só a epiderme (camada mais externa da pele), e sim a derme também. Na maioria das vezes é encontrada em cães que entraram em contato com metais quentes, como panelas, latas e etc ou até mesmo a água fervente. É diferenciada, porque logo pode-se observar a formação de bolhas.

Queimadura de III grau: Essa queimadura já é classificada como grave. Nessa lesão, a pele é totalmente atingida e danificada, fazendo com que o animal sinta bastante dor. Os animais que entram em contato diretamente com o fogo ou produtos extremamente ácidos podem chegar a um quadro de III grau.

Queimadura de IV grau: Essa é classificada com a mais severa queimadura. É nessa lesão que a queimadura pode chegar até o osso do animal. Sendo uma das principais causas de amputação, a queimadura de IV grau tem sido mais vista em animais que são incendiados por vândalos ou expostos à descarga elétrica.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

As causas, como já citado acima, podem ser originadas por inúmeros fatores. Desde de a exposição prolongada à radiação solar até mesmo o contato com produtos químicos. É importante que antes da ida ao médico veterinário ou à execução dos primeiros socorros, o tutor procure saber que causa originou aquela lesão no seu animal.

Em relação aos primeiros socorros de cães queimados, devemos ter em mente que as manobras a serem executadas não são o tratamento efetivo que o animal deve ter, e sim, a estabilização do quadro do animal até que ele chegue à clínica veterinária mais próxima.

Queimaduras de I e II graus: Nessas duas situações, o tutor deve se acalmar ao máximo antes de executar os procedimentos. O animal quando está exposto a fortes dores, normalmente reage a qualquer aproximação com agressividade. Cuidado, ele poderá mordê-lo! Aproxime-se do seu animal, aplique água limpa no local da lesão por pelo menos 5 minutos. Não esfregue e nem passe nenhum produto químico em cima. Em seguida, enrole o local da lesão com um pano limpo e siga imediatamente para a clínica mais próxima.

Queimaduras de III e IV graus: Como dito anteriormente nas classificações das lesões, as queimaduras de III e IV graus são extremamente graves e devem ter uma atenção mais redobrada. Em muitos casos, o tutor pode encontrar seu pet desacordado o totalmente prostrado. É importante que antes mesmo de atender aos ferimentos, o tutor observe os sinais vitais do animal, como: respiração, batimento cardíaco e reflexo palpebrar. Caso o animal esteja desacordado, o tutor pode puxar a língua, a fim de proporcionar uma melhor entrada de ar. A utilização de água limpa pode ser usada, assim como na de I e II graus. Em seguida, enrole o animal com um tecido limpo e leve-o a um profissional para iniciar o tratamento correto.

Não tente tratar o animal em casa passando remédios sem a opinião de um médico veterinário. Mantenha seu animal sempre longe de produtos e materiais nocivos. O cuidado correto previne de qualquer dano ao pet.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

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Não é pantera! Conheça o cachorrão preto lindo de Paolla Oliveira

por Samantha Kelly — publicado 19 abr 2018 - 8:35

Tem gente que olhou direto para o sofá. Mas nós, cachorreiros de primeira, fomos direto do cachorro. A primeira vez que vimos esse meninão, ficamos sem saber ele era mesmo um dog ou uma pantera.

Depois da confusão inicial, vimos que esse pretão lindo é o Marley, cão da raça Cane Corso e pet da musa maior Paolla Oliveira.

A atriz, que está sempre envolvida com a causa animal e frequentemente empresta sua imagem e tempo para chamar atenção para ongs e animais que necessitam de ajuda,

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Policial atira em cachorro no meio de uma praça em Campo Grande

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 7:00

No último domingo, dia 15 de abril, algumas famílias, incluindo crianças, estavam passeando em uma praça no bairro Arnaldo Esteves de Figueiredo, em Campo Grande, quando, de repente, escutaram barulho de tiro bem perto.

De acordo com informações repassadas por pessoas que estavam no local, um policial civil, que não teve o nome divulgado, atirou em um cachorro que se aproximou do seu cão.

O policial estava passeando no local com seu animal de estimação quando um cachorro da raça Labrador chamado Thor,

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Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

A new photograph of The Queen at home at Windsor Castle, taken by Annie Leibovitz, will feature in @VanityFair in celebration of #Queenat90

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A cadelinha Willow, que tinha quase 15 anos de idade e era a última descendente de Susan, sofria de um câncer e estava sendo bem cuidado, porém, quando sua saúde piorou, a Rainha Elizabeth preferiu por fim ao sofrimento da amada cadela, que foi sacrificada no último domingo, dia 15 de abril, no Castelo de Windsor.

De acordo com uma fonte do Palácio de Buckingham, a perda de Willow, que se tornou sua companheira mais fiel, foi muito difícil para a rainha. “Ela lamentou a morte de todos os seus Corgis ao longo dos anos, mas ficou mais chateada com a morte de Willow do que qualquer um deles. E isso provavelmente porque Willow foi o último elo com seus pais e uma diversão que remonta à sua própria infância. Realmente parece o fim de uma era”, disse a fonte.

A escolha por não continuar a ter novos cães descendentes de Susan se deu por conta do medo que a rainha tinha de que acontecesse algum acidente, visto que ela já é idosa e os cachorros sempre ficam nos seus pés, ou de que ela tivesse um problema de saúde mais grave e acabasse deixando os animais.

Os cachorros têm passe livre pelas residências reais. (Foto: Reprodução / Instagram @theroyalfamily)

Apesar da profunda tristeza, a Rainha Elizabeth tem ainda três cães, dois Dorgis, mistura de Corgi com Dachshund, chamados Vulcan e Candy, e um Corgi, que foi adotado pela rainha depois que o tutor do animal, um funcionário do palácio de Sandringham, faleceu.

Fonte: The Daily Mail

Não é pantera! Conheça o cachorrão preto lindo de Paolla Oliveira

por Samantha Kelly — publicado 19 abr 2018 - 8:35

Tem gente que olhou direto para o sofá. Mas nós, cachorreiros de primeira, fomos direto do cachorro. A primeira vez que vimos esse meninão, ficamos sem saber ele era mesmo um dog ou uma pantera.

Depois da confusão inicial, vimos que esse pretão lindo é o Marley, cão da raça Cane Corso e pet da musa maior Paolla Oliveira.

A atriz, que está sempre envolvida com a causa animal e frequentemente empresta sua imagem e tempo para chamar atenção para ongs e animais que necessitam de ajuda, tem uma turma grande em casa e suas redes sociais estão repletas de registros dos pets.

Tenho certeza que metade da população brasileira desejou agora mesmo ser adotada por essa família.

 

Um tapete? Não… O Marley aproveitando o chão geladinho nesse calor. 🖤

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A minha turma é da pesada… 😍🙈

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