Sarna canina

Saiba tudo sobre a sarna em cachorros, os diferentes tipos, sintomas, tratamento e prevenção

por George Augusto — publicado 22 jan 2014 - 1:41

É bastante comum vermos nas ruas cães com alopecia (falta de pelo) em algumas partes do corpo. Em 98% dos casos é devido a presença da tão famosa Sarna canina. A sarna em geral, é um ácaro que se aloja na superfície da pele ou no folículo piloso, por isso a presença da queda dos pelos. O parasita responsável por essa dermatite pode viver no ambiente até 21 dias, assim, contaminando os animais.

 

Imagem de um cachorro com sarna. Foto: Reprodução

Imagem de um cachorro com sarna. Foto: Reprodução

 

Tipos de Sarna

Existem três principais tipos de sarna que são: Sarna Otodécia (também conhecida como “A sarna dos ouvidos”); Sarna Demodécia (sarna negra) e a mais encontrada em cães, e que merece mais atenção, que é a Sarna Sarcótica (sarna vermelha), pois é uma zoonose (doença que transmitida do animal para o ser humano).

 

Sarna Otodécia (sarna dos ouvidos)

É causada pelo ácaro Otodectes cynotis, que acomete o ouvido interno dos cães. Ele acomete principalmente filhotes, pois o sistema imuno do mesmo não está completamente desenvolvido.

Os principais sinais clínicos para a Sarna Otodécia 

– Possível otite externa;

– Presença de cerume no pavilhão auditivo;

– O animal balança a cabeça para um lado e para o outro;

– Insistência em coçar a orelha e, num caso mais avançado, pode ter a presença de pus no ouvido.

Tratamento para a Sarna Otodécia 

O tratamento é através de terapia medicamentosa escolhida pelo médico veterinário de sua confiança.

 

Sarna demodécia (sarna negra)

É causada pelo ácaro Demodex sp, que faz parte da fauna da pele do animal, porém, em alguns casos da queda de imunidade do hospedeiro, ele pode ser extremamente nocivo. Estudiosos afirmam que forma mais eficaz de transmissão é da mãe para o filhote, quando ocorre a amamentação, e não, de animal para animal.

Principais sintomas da Sarna Demodécia

Existem duas formas da sarna demodécia se apresentar, que são:

– A forma localizada, onde ocorre a queda de pelo localizada em um ponto ou mais, de forma pequena, avermelhada e escamosa. Apresenta-se principalmente no focinho, face e pata. É uma forma menos danosa e de fácil tratamento.

– A forma generalizada, acomete todo o corpo do animal dando um aspecto de pele de elefante, aparecendo principalmente na face, peito e ao redor dos olhos. É geralmente hereditária e requer um cuidado bem maior que a localizada.

Tratamento para a Sarna Demodécia

O tratamento é através de injeções e uso tópico escolhido pelo médico veterinário de sua confiança.

 

Sarna sarcótica (sarna vermelha)

É a sarna mais comum encontrada em cães. É causada pelo o ácaro Sarcoptes scabiei, onde o mesmo penetra a derme do animal fazendo “caminhos”, ocasionando a queda de pelo.

Os principais sintomas da Sarna Sarcótica

– Escoriações;

– Eritema (pele avermelhada);

– Crostas e alopecias.

Transmissão

A principal forma de transmissão é o contato de animal com animal. A sarna sarcótica, deve ter bastante cuidado, pois a mesma pode ser transmitida de animal para o homem (zoonose).

Tratamento para a Sarna Sarcótica

O tratamento é a base de terapia medicamentosa prescrita pelo médico veterinário de sua confiança.

 

Prevenção

A prevenção de qualquer tipo de sarna é evitar que o cão ande na rua, fazer a higienização correta e, em casos de uma possível sarna, isolar o animal e chamar um médico veterinário para que dê início ao tratamento.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão,

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Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

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Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

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Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão, o animal passou cerca de 10 anos sem receber uma tosa sequer. Durante todo esse tempo, os pelos do cachorro foram crescendo e formando vários nós até se tornar um enorme emaranhando que passou a afetar a sua saúde.

Cãozinho viveu cerca de 10 anos sem ser tosado nem uma vez. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

No final de 2015, Bobb foi encontrado e levado pelo controle de animais, em Los Angeles, por conta das condições em que ele estava sendo mantido. Em seguida, o cachorro foi resgatado pelo grupo de resgate e cuidados Synergy Animal Rescue, que o levou para receber os cuidados específicos que precisava.

A primeira coisa feita foi tosar o animal e livrá-lo de todo aquele excesso de pelos que o estava mantendo preso e em um estado terrível. Porém a situação era mais grave do que todos imaginavam.

O cãozinho tinha tantos nós, que alguns simplesmente cortaram sua circulação em duas de suas patas, a esquerda de trás e a direita da frente, que estava praticamente pendurada, presa apenas pelos nós. Ambas as patas tiveram que ser amputadas.

Cãozinho hoje tem 13 anos e se adaptou muito bem a sua condição. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

O pequeno cachorro também precisou arrancar vários dentes, que estavam podres e em péssimo estado.

Depois de todo esse tratamento, Bobb era um cãozinho completamente diferente, tanto por fora quanto por dentro. Ele estava mais leve e mais feliz.

Uma mulher chamada Megan Lundberg se ofereceu para dar lar temporário para o pequeno animal. Porém, ela e seu marido se apaixonaram por Bobb e decidiram adotá-lo de vez.

Ele é muito feliz com sua nova família, que o ama muito. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

Hoje com 13 anos de idade, Bobb vive muito feliz com seus pais humanos, irmãos caninos e irmãos felinos em um lar cheio de amor. Ele passou por fisioterapia, se adaptou muito bem a sua nova condição e se acostumou a andar de um lado para o outro com duas patas, o que faz com muita facilidade e rapidez.

Fonte: The Animal Rescue Site / Facebook Amaze-Bobb

Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

De acordo com a polícia local, o homem responsável pela morte do animal, um fazendeiro de 62 anos que não teve seu nome divulgado, confessou o crime e disse que matou o cachorro do vizinho por estar irritado com os constantes latidos do pet, que tinha dois anos de idade.

O criminoso contou que jogou uma pedra no cãozinho, um pequeno Corgi, e quando percebeu que o animal estava inconsciente o matou estrangulado. Em seguida, ele cozinhou o cachorro e chamou alguns vizinhos para dividir a “refeição”, incluindo o tutor do animal.

A família do cãozinho não tinha ideia do que tinha acontecido com o animal. Eles achavam que o pet estava desaparecido e chegaram a distribuir panfletos pedindo informações e oferecendo recompensas para quem encontrasse e devolvesse o cachorro.

Homem matou cachorro por estar irritado com os latidos do animal. (Foto: Reprodução / pets4homes)

De acordo com a filha dos tutores do cão, ela chegou a ir até a casa do responsável pela morte do animal, que fica três casas distante de onde o pet vivia. Ela disse que o homem a recebeu bem e foi simpático. “Quando cheguei à casa do homem, que fica a apenas três portas da nossa, ele expressou simpatia, prometendo nos informar se encontrasse o cachorro”, disse ela.

Ninguém desconfiava de nada. Porém, ela acredita que nessa época o fazendeiro já estava em posse do cão, vivo ou morto, em seu celeiro.

O criminoso ainda chegou a beber com o tutor do animal e confortá-lo sobre o sumiço do cão. Em seguida, ele convidou alguns vizinhos, inclusive o tutor, para comer carne de cachorro em sua casa.

O tutor não aceitou, pois não consome carne de cachorro. Porém, foi só depois deste convite que outro vizinho contou para a família o que realmente tinha acontecido com o pet.

Depois disso, o fazendeiro confessou seu crime para a polícia.

Apesar de o consumo de carne de cachorro ter diminuído bastante, ela ainda faz parte da culinária de uma parte dos sul-coreanos e mais de 1 milhão de cães ainda são consumidos na Coreia do Sul por ano.

O número está diminuindo graças à geração mais jovem, que está vendo cada vez mais os cães como animais de estimação e tornando o consumo da carne desses animais um verdadeiro tabu.

Fonte: The Guardian