Sarna Otodécica em cães (Sarna de ouvido)

Conhecida popularmente como “Sarna de ouvido”, a Sarna Otodécica é uma moléstia causada por um ácaro chamado Otodectes cynoti.

por George Augusto — publicado 27 abr 2015 - 7:13

A sarna é uma das doenças mais conhecidas entre os tutores de cães, porém poucos sabem que existem vários tipos de sarna, inclusive uma que se origina no ouvido dos pets, conhecida popularmente como “Sarna de ouvido”. Chamado dentro da medicina veterinária como Sarna Otodécica, essa moléstia é causada por um ácaro chamado Otodectes cynoti que parasita cães, independentemente de sexo, raça, porte ou idade. Ao contrário de outros tipos de sarnas, a sarna otodécica não é uma zoonose, isto é, não é transmitida do animal para o ser humano.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

A transmissão desse parasita ocorre principalmente por contato direto do animal infectado com o animal sadio. Além de ser considerada uma enfermidade altamente contagiosa, o ácaro que dissemina a doença, tem um ciclo de vida bastante rápido. Para se ter uma idéia, apenas quatro horas em média depois que os ovos foram postos no ouvido dos cães, eles eclodem. É muito importante que se tome bastante cuidado com os animais sadios que convivem com o animal infectado, principalmente cães e gatos, pois eles podem ser rapidamente parasitados.

A sarna de ouvido, na maioria das vezes, é confundida com a otite (inflamação do ouvido). Esse erro no diagnóstico se dá devido à semelhança dos sinais clínicos apresentados pelo animal acometido. Geralmente, isso ocorre com tutores que consultam seus cães com balconistas ou tosadores de petshops. Assim como qualquer doença, a sarna otodécica quando se encontra na fase inicial, apresenta quase nenhum sintoma, passando facilmente despercebido pelo tutor.

Um dos primeiros sinais clínicos que um animal parasitado com o ácaro Otodectes cynoti é a coceira excessiva. Isso é encontrado basicamente em toda sarna, no entanto, nesse caso, se localiza unicamente na região da orelha. Animais que possuem orelhas pendulares (orelhas caídas) tendem a sofrer mais com essa condição, pois acabam traumatizando a orelha, acarretando assim um Otohematoma. E nesse caso, só a intervenção cirúrgica fará a correção. Juntamente com a coceira, normalmente o pet apresenta o sintoma de balançar a cabeça de um lado para o outro. É nesse sintoma que muitas pessoas confundem com a otite.Além da coceira e do balançar de cabeça, os cães podem apresentar um sinal clínico bem característico que é a alta concentração de cera no ouvido de coloração marrom escura.

Animais que estão bastante parasitados, podem apresentar também: Inquietude; Emagrecimento; Otite; inapetência entre outros sinais.

O diagnóstico deve ser feito unicamente por um médico veterinário devidamente registrado no CRMV. O histórico do animal, juntamente com o exame clínico minucioso, são bastante importantes para um bom diagnóstico. É importante que o profissional recolha amostras da cera do ouvido do pet para exame laboratorial. Isso ajuda para o  diagnóstico ser rápido e preciso.

O tratamento consiste em uma terapia medicamentosa específica escolhida pelo profissional médico veterinário. O prognóstico é muito bom, por isso é importante que o tutor siga a risca o protocolo medicamentoso.

A prevenção consiste em levar todos os cães que convivem com o parasitado para uma consulta. É importante também que o tutor examine a orelha do pet constantemente, a fim de encontrar alguma anormalidade.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

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Não é pantera! Conheça o cachorrão preto lindo de Paolla Oliveira

por Samantha Kelly — publicado 19 abr 2018 - 8:35

Tem gente que olhou direto para o sofá. Mas nós, cachorreiros de primeira, fomos direto do cachorro. A primeira vez que vimos esse meninão, ficamos sem saber ele era mesmo um dog ou uma pantera.

Depois da confusão inicial, vimos que esse pretão lindo é o Marley, cão da raça Cane Corso e pet da musa maior Paolla Oliveira.

A atriz, que está sempre envolvida com a causa animal e frequentemente empresta sua imagem e tempo para chamar atenção para ongs e animais que necessitam de ajuda,

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Policial atira em cachorro no meio de uma praça em Campo Grande

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 7:00

No último domingo, dia 15 de abril, algumas famílias, incluindo crianças, estavam passeando em uma praça no bairro Arnaldo Esteves de Figueiredo, em Campo Grande, quando, de repente, escutaram barulho de tiro bem perto.

De acordo com informações repassadas por pessoas que estavam no local, um policial civil, que não teve o nome divulgado, atirou em um cachorro que se aproximou do seu cão.

O policial estava passeando no local com seu animal de estimação quando um cachorro da raça Labrador chamado Thor,

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Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

A new photograph of The Queen at home at Windsor Castle, taken by Annie Leibovitz, will feature in @VanityFair in celebration of #Queenat90

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A cadelinha Willow, que tinha quase 15 anos de idade e era a última descendente de Susan, sofria de um câncer e estava sendo bem cuidado, porém, quando sua saúde piorou, a Rainha Elizabeth preferiu por fim ao sofrimento da amada cadela, que foi sacrificada no último domingo, dia 15 de abril, no Castelo de Windsor.

De acordo com uma fonte do Palácio de Buckingham, a perda de Willow, que se tornou sua companheira mais fiel, foi muito difícil para a rainha. “Ela lamentou a morte de todos os seus Corgis ao longo dos anos, mas ficou mais chateada com a morte de Willow do que qualquer um deles. E isso provavelmente porque Willow foi o último elo com seus pais e uma diversão que remonta à sua própria infância. Realmente parece o fim de uma era”, disse a fonte.

A escolha por não continuar a ter novos cães descendentes de Susan se deu por conta do medo que a rainha tinha de que acontecesse algum acidente, visto que ela já é idosa e os cachorros sempre ficam nos seus pés, ou de que ela tivesse um problema de saúde mais grave e acabasse deixando os animais.

Os cachorros têm passe livre pelas residências reais. (Foto: Reprodução / Instagram @theroyalfamily)

Apesar da profunda tristeza, a Rainha Elizabeth tem ainda três cães, dois Dorgis, mistura de Corgi com Dachshund, chamados Vulcan e Candy, e um Corgi, que foi adotado pela rainha depois que o tutor do animal, um funcionário do palácio de Sandringham, faleceu.

Fonte: The Daily Mail

Não é pantera! Conheça o cachorrão preto lindo de Paolla Oliveira

por Samantha Kelly — publicado 19 abr 2018 - 8:35

Tem gente que olhou direto para o sofá. Mas nós, cachorreiros de primeira, fomos direto do cachorro. A primeira vez que vimos esse meninão, ficamos sem saber ele era mesmo um dog ou uma pantera.

Depois da confusão inicial, vimos que esse pretão lindo é o Marley, cão da raça Cane Corso e pet da musa maior Paolla Oliveira.

A atriz, que está sempre envolvida com a causa animal e frequentemente empresta sua imagem e tempo para chamar atenção para ongs e animais que necessitam de ajuda, tem uma turma grande em casa e suas redes sociais estão repletas de registros dos pets.

Tenho certeza que metade da população brasileira desejou agora mesmo ser adotada por essa família.

 

Um tapete? Não… O Marley aproveitando o chão geladinho nesse calor. 🖤

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A minha turma é da pesada… 😍🙈

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