Apatia em cães

Nome apatia tem origem grega chamada de Apátheia que significa “Aquilo que afeta o corpo e a alma”

por George Augusto — publicado 19 jan 2015 - 11:28

A maioria dos tutores de cães já ouviu falar no termo “apatia”, porém alguns deles não compreendem perfeitamente o que essa palavra quer dizer. Dentro da medicina, tanto na veterinária quanto na humana, é bastante utilizada essa expressão para alegar que o paciente não demonstra emoção ou motivação para estímulos. Esse nome apatia tem origem grega chamada de Apátheia que significa “Aquilo que afeta o corpo e a alma”. Na maioria das doenças de animais domésticos, dentre ele os cães, é possível observar a presença de apatia bem clássica. Essa mudança na conduta do animal é observada primeiramente pelo seu tutor, quando o mesmo alega para o médico veterinário uma mudança brusca no comportamento do seu pet.

A apatia pode aparecer em cães por inúmeros motivos, desde os mais leves até sérios problemas de saúde. Uma das doenças mais comuns onde são observados os sintomas da apatia, são as doenças virais, como a: Cinomose, Parvovirose, Coronavirose , entre várias outras. Não obrigatoriamente as doenças virais são as vilãs para o aparecimento desses sintomas. Normalmente, qualquer anormalidade no estado de saúde de um animal, fará com que ele apresente um quadro de apatia. É nesse momento que os tutores observam que há alguma coisa errada com o seu animal e o levam para uma consulta com um médico veterinário.

Não necessariamente a apatia aparece sozinha no animal. Muitas vezes, o animal apresenta concomitantemente um quadro de vômito, diarréia ou até mesmo uma desidratação grave. Como afirmado no início do texto, o primeiro a observar o sintoma é o tutor, quando o cão não responde mais às brincadeiras e nem à voz de comando. Um animal que antes pulava e abanava o rabo quando via seu tutor, no momento que apresenta apatia, apenas olha, mas não esboça emoção alguma. Muitas pessoas chegam à clínica veterinária alegando que seu cão está “tristinho” há alguns dias.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Assim como várias outras anormalidades no comportamento do cão, é importante que tenha a opinião de um profissional da área, o médico veterinário. É importantes lembrar que a apatia não é uma doença, e sim um sintoma. A avaliação feita pelo profissional é investigativa,  a fim de diagnosticar a causa que levou o animal a ter essa mudança de comportamento. São feitos vários tipos de exame, tanto laboratoriais quanto exames físicos. É nesse momento que são descobertas as possíveis causas.

O tratamento é feito a partir de quando se encontre a causa originária que levou ao sintoma. O sintoma de apatia irá desaparecer de acordo da doença que foi diagnosticada e a resposta do animal ao tratamento. Existem cães que no terceiro dia de tratamento já se pode ser observado a volta do seu comportamento normal, isso dependerá da resposta de cada animal. Faça o tratamento somente com um profissional habilitado. Não consulte seu animal com atendente de petshop, pois o diagnóstico feito por ele pode estar totalmente errado, comprometendo assim, a vida do seu animal.

A prevenção para que não ocorra a apatia consiste na vacinação anual do seu cão e a ida rotineira para uma avaliação numa clínica veterinária. O correto é levar o animal a um médico veterinário assim que ele apresentar qualquer anormalidade no seu comportamento. Muitos tutores esperam semanas com a esperança de haver melhora, fazendo com que seu cão chegue à clínica num estado crítico, sendo algumas vezes, impossível a reversão do quadro.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times