Sintoma: Arritmia

A arritmia é quando ocorre uma modificação no ritmo das batidas do coração, ou seja, o coração altera seu batimento sem que tenha acontecido uma ação para o mesmo.

por George Augusto — publicado 27 mar 2015 - 15:33

A grande maioria das pessoas já ouviu pelo menos uma vez o nome arritmia, mesmo não sabendo do que se trata. Antes de começarmos a entrar no que é a arritmia propriamente dita, é importante entendermos sobre a anatomia  e fisiologia do coração. O coração é um órgão muscular muito importante do sistema circulatório do animal, que tem como sua função principal o bombeamento do sangue para várias partes do corpo do cão. Dentro do coração existem quatro câmaras cardíacas, chamadas de: Átrio direito, átrio esquerdo, ventrículo direito e ventrículo esquerdo. É nessas câmaras que haverá a passagem de sangue e, consequentemente, seu bombeamento pra todo o corpo do animal. A contração cardíaca, que bombeia o sangue para o corpo, é chamada de Sístole e o relaxamento da musculatura cardíaca que ocorre em seguida é chamado Diástole. É a sístole e a diástole que faz o “dum dum” que sentimos ao por a mão no peito do pet.

O coração possui um sistema elétrico próprio que tem a finalidade de provocar o batimento do coração com um ritmo normal, de acordo, é claro, com o momento. Se o cão é exposto a um exercício físico, o coração tende a acelerar ou quando o cão está dormindo o coração fica bem lento.

A arritmia é quando ocorre uma modificação no ritmo das batidas do coração, ou seja, o coração altera seu batimento sem que tenha acontecido uma ação para o mesmo. Existem 3 tipos principais de alteração: O coração fica muito acelerado (taquicardia), muito lento (Bradicardia) ou irregularidade na pulsação (descompasso).

As causas para essa alteração no coração dos cães é multifatorial. Podemos citar as principais, como: O estresse; Hipertireoidismo; Alguns medicamentos; Diabetes; Artérias com alguma obstrução; cardiomiopatia; Intoxicação; Hipertensão e entre várias outras.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Os sinais clínicos apresentados por um animal que possui arritmia podem ser  facilmente observados, porém muitos tutores acabam não percebendo. Assim como outras doenças, a arritma pode ou não apresentar os sintomas clássicos. O tutor começa a observar bem os sintomas quando a arritmia está com um quadro bem avançado. Os sintomas principais, são: Palidez de mucosas; Desmaios repentinos; Dispnéia (dificuldade respiratória); Alteração no batimento cardíaco; Relutância ao exercício físico e entre outros.

O diagnóstico deve ser feito por um médico veterinário, se possível especialista em cardiologia. Depois da anamnese e do sinal clínico, o profissional pode pedir exames específicos para que o diagnóstico seja fechado corretamente. Exames como Eletrocardiograma e Ecocardiograma normalmente são de eleição. O Holter também é um exame bastante pedido pelos médicos veterinários cardiologistas.

O tratamento é feito com terapia medicamentosa para que seja evitada a arritmia. Esse medicamento deve ser prescrito unicamente pelo profissional médico veterinário, já que o remédio irá variar de animal para animal. O animal preferencialmente deverá ir para a clínica veterinária de 3 em 3 meses para que sempre tenha o acompanhamento de um profissional. A arritmia deve ter uma atenção redobrada, já que em muitos casos, leva à uma morte súbita do animal, se não for devidamente acompanhada.

A prevenção consiste no check up anual do animal. Em muitos casos a arritmia é diagnosticada nos exames rotineiros, evitando, assim, os seus inconvenientes físicos.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times