Tumor adiposo em cães

Para uma melhor compreensão, o tumor adiposo é normalmente o acúmulo de gordura concentrado numa determinada região

por George Augusto — publicado 25 fev 2015 - 10:08

O tumor adiposo, ou também conhecido como lipoma, é um tumor que, de acordo com a medicina veterinária, normalmente é benigno, já que não tem o risco de haver metástase (Quando a neoplasia se espalha para outros órgãos). Para uma melhor compreensão por parte dos tutores de cães, o tumor adiposo é normalmente o acúmulo de gordura concentrado numa determinada região, assemelhando-se com um caroço. Ao ser tocado, o lipoma pode ser firme e apresentar pouca mobilidade. Esse tumor é comumente encontrado na forma subcutânea, ou seja, debaixo da pele, porém podendo ser localizado em qualquer parte do corpo do cão. Não se preocupe, pois o lipoma não prejudica a saúde do seu animal.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

A causa para o aparecimento do lipoma ainda é desconhecida. Estudiosos afirmam que esse acontecimento é de origem genética, já que descendentes de portadores de lipoma também apresentaram esse tumor. Mesmo o lipoma se tratando de um nódulo de gordura, não há nenhuma influência com a obesidade dos animais. Tanto os cães magros, quanto os obesos têm a mesma probabilidade do aparecimento.

O sinal clínico que o animal portador de um lipoma irá apresentar se baseia unicamente no aparecimento do tumor, podendo ele ser bem pequeno ou até bem volumoso. Não é encontrada nenhuma outra sintomatologia, como: Vômito, diarréia, febre e etc. Caso o tumor seja grande, poderá incomodar o animal no seu dia a dia.

Quando um animal apresentar um nódulo, é importante que o pet seja levado a um médico veterinário para uma avaliação do quadro, porém o tutor deve sempre continuar atento à evolução que o tumor irá ter. Em caso de crescimento rápido, mudança de cor na região, dor ou aumento na temperatura na região, retorne com o pet ao médico veterinário.

O diagnóstico do lipoma é feito primeiramente pelo histórico do cão e, consequentemente, seguido pelo exame clínico minucioso. A palpação do tumor pelo médico veterinário é bastante importante nessas horas. Exames laboratoriais, como a aspiração com agulha no tumor são fundamentais para o diagnóstico definitivo, já que nesse exame são observadas no microscópio as células tumorais.

O tratamento normalmente é feito pela extirpação cirúrgica do lipoma. Não necessariamente o médico veterinário irá indicar a intervenção cirúrgica nesse caso. Normalmente os profissionais só retiram o tumor em casos de crescimento exagerado, dificultando o bem estar do pet. Animais idosos com lipomas bem pequenos não são comumente indicados à retirada, devido ao risco anestésico existente para cães com mais idade. Quem irá definir a necessidade cirúrgica ou não é o médico veterinário de sua confiança.

Não existe prevenção para o lipoma, já que as causas ainda não foram descobertas. A única prevenção que pode ser feita por parte dos tutores de cães é que, em casos de aparecimento de nódulos pelo corpo do animal, esse tumor seja assistido e examinado por um profissional da área, o médico veterinário. O exame semanalmente do cão, feito  pelo tutor, principalmente na hora do banho, faz com que possa ser observada qualquer anormalidade no pet.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times