Cabine ou Carga Viva?

por Samantha Kelly — publicado 26 ago 2012 - 1:13

Cabine ou Carga Viva?

 

Levando Animais Como Bagagem Acompanhada

Levando seu pet como bagagem acompanhada, ele irá junto com você, necessariamente no mesmo vôo, podendo ir na cabine ou não. Neste método, você faz o check-in normalmente com o animal de estimação e a companhia aérea cobrará uma taxa como bagagem especial, e chegando ao destino, você precisará passar pelas autoridades sanitárias do país no desembarque, onde apresentará toda a documentação que foi preparada no país de origem. Algumas companhias aéreas não fornecem esta opção, é importante se informar antes de comprar sua passagem.

Existem duas formas de levar seu animal de estimação como bagagem acompanhada: na cabine, e no porão de carga.

 

Levando Seu Pet Como Bagagem Acompanhada Na Cabine

Para que você possa levar seu pet na cabine junto com você, cada companhia aérea tem seus próprios critérios. Uma coisa é certa, ele precisa ser de pequeno porte. Algumas companhias aceitarão animais pesando até 5kg, outras até 7kg, 8kg e até 10kg (sempre incluindo o peso do animal e da caixinha de transportes). Algumas companhias simplesmente não aceitam animais na cabine.

Quase todas as cias aéreas possuem um limite de animais na cabine por voo, portanto é importante reservar o lugar do seu pet assim que sua passagem for emitida.

As taxas cobradas pelas companhias aéreas para pets na cabine variam de US$120 a US$240 por animal.

É importante salientar, que embora seja um pouco mais reconfortante ter o seu pet junto de você durante a viagem inteira, em alguns casos, viajar na cabine não é recomendado. Animais muito agitados, ansiosos, que latem ou uivam muito, não devem ir na cabine. Além disso, é importante considerar que ele demorará mais para se acalmar, por causa de vários fatores, como a luz, as conversas, os cheiros de comida etc.

 

Levando Como Bagagem Acompanhada No Compartimento De Carga

Se o seu pet tem mais de 10kg (ou em algumas cias aéreas a partir de 5kg), ele precisará ir no compartimento de carga do avião. Não se desespere! Lá não é tão ruim quanto parece. O compartimento de carga é pressurizado e climatizado igualzinho à cabine. A única diferença são as luzes apagadas (ou reduzidas) e o fato de que ele ficará sozinho durante a viagem.

Neste caso, você faz o check-in junto com ele, da mesma forma como se fosse na cabine. Entretanto, ele é entregue aos funcionários da companhia aérea, e levado para que seja acomodado no compartimento de cargas do avião.

Embora pareça um contra-senso, animais que viajam no compartimento de cargas do avião tendem a viajar mais confortáveis. Isso porque sua caixa de transporte pode ser bem mais espaçosa (já que não há limites tão restritos de tamanho), ele tem água disponível durante toda a viagem através de um bebedouro especial, e pode ter até um comedouro anexado ao kennel.

Eles não serão sedados ou tranquilizados, como muita gente pensa que funciona. Vão acordados e seguros. São os últimos a entrarem e os primeiros a saírem do compartimento de carga. Ou seja, ficam bem perto da porta, separados das cargas.

Chegando ao destino, o passageiro desembarca e vai até a esteira esperar suas malas, enquanto isso um funcionário da companhia aérea buscará seu animal de estimação e entregará a você em mãos (ele não virá na esteira junto com as malas). Na saída, é necessário passar pelas autoridades sanitárias do país, apresentando a documentação preparada no país de origem.

 

Levando Animais Como Carga Viva (Manifest Cargo)

Caso você esteja fora do Brasil, e queira que enviem o seu animalzinho desacompanhado, o método usado é o manifest live cargo.

Alguns países, geralmente os que apresentam uma maior rigidez em suas regras, não permitem que o seu pet viaje como bagagem acompanhada. O método de carga viva, por apresentar um maior controle durante todo o processo, é o único aceito em certos países.

Quando seu pet viaja como manifest live cargo (ou carga viva), a viagem é considerada uma transação de comércio exterior, mesmo que o remetente e o destinatário sejam a mesma pessoa. Por esta razão, toda a documentação exigida é muito mais complexa, e é impossível de ser feita por um cidadão comum. Por lei, é preciso contratar um despachante aduaneiro para realizar o embarque por você. Ele se encarregará de emitir todos os documentos necessários para o voo, agendar e acompanhar a vistoria veterinária realizada por um veterinário oficial do Ministério da Agricultura, pagar todas as taxas e efetivamente entregar o animal aos cuidados da cia aérea.

Ao contrário do método de bagagem acompanhada, neste método, o pet não faz check-in pelo terminal de passageiros do aeroporto, e sim pelo terminal de carga.

Cada cia aérea tem suas próprias tarifas para o embarque, cobrando valores diferentes para cada destino, com o preço do frete aéreo sendo calculado por um conjunto de fatores que incluem peso do animal, volume do kennel, distância até o destino, litros de combustível gastos, entre outros.

No desembarque, o processo de liberação é um pouco mais complicado, porque não envolve apenas autoridades sanitárias, mas também autoridades alfandegárias. Normalmente é necessário o pagamento de uma pequena taxa para a liberação. E dependendo do país, algum imposto (geralmente os países mais onerosos são os sulamericanos). Pode ser uma boa ideia, contratar um profissional para a liberação nocustoms do país, e entrega em domicílio.

Quase todas as cias aéreas que transportam animais como manifest cargo, possuem um sistema de rastreamento (tracking), em que você acompanha os estágios do processo numa página da internet em tempo real. Dá para saber se o animal já foi liberado pela alfândega ou se o voo de escala já decolou ou não. Muito útil para os proprietários, que possuem uma sensação de controle um pouco maior, tendo um pouco mais de tranquilidade.

 

Fonte

Cachorro fica em incêndio e protege rebanho de cabras da família

por Andrezza Oestreicher — publicado 18 out 2017 - 9:21

Quanto mais nós conhecemos novos cachorros e ficamos sabendo das diferentes histórias envolvendo estes animais pelo mundo todo, mais nós nos encantamos e nos surpreendemos com a quantidade de amor e lealdade que eles são capazes de oferecer.

No condado de Sonoma, na Califórnia, um cachorro se arriscou durante um grande incêndio para proteger o rebanho de cabras de sua família.

De acordo com Roland Hendel, proprietário do lugar, ele não teve tempo de salvar todos os membros de sua família do fogo.

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Califórnia proíbe a venda de animais provenientes de “fábricas de filhotes”

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 out 2017 - 18:31

O governador da Califórnia, nos Estados Unidos, deu um enorme passo para o fim da comercialização de animais de estimação. A partir do ano que vem, será proibida a venda de cães, gatos e coelhos provenientes de criadores ilegais e de fábrica de filhotes no estado norte-americano.

De acordo com uma nova lei, que foi assinada pelo governador Jerry Brown no dia 13 de outubro e entrará em vigor no dia 1º de janeiro de 2019,

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Paolla Oliveira aproveita tempinho livre para relaxar com cachorro

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 out 2017 - 9:36

A atriz Paolla Oliveira é uma amante de cachorros assumida e nós já demos muitas provas disso aqui no Portal do Dog.

Tutora de três cachorros (dois deles adotados) e 11 gatos, Paolla também é madrinha da ONG Paraíso dos Focinhos e sempre está participando de campanhas para ajudar a instituição, além de incentivar a adoção.

Pronta pra semana… Só que no horário de verão. 😂🙆

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Cachorro fica em incêndio e protege rebanho de cabras da família

por Andrezza Oestreicher — publicado 18 out 2017 - 9:21

Quanto mais nós conhecemos novos cachorros e ficamos sabendo das diferentes histórias envolvendo estes animais pelo mundo todo, mais nós nos encantamos e nos surpreendemos com a quantidade de amor e lealdade que eles são capazes de oferecer.

No condado de Sonoma, na Califórnia, um cachorro se arriscou durante um grande incêndio para proteger o rebanho de cabras de sua família.

A propriedade ficou completamente destruída. (Foto: Reprodução / Facebook Roland Tembo Hendel)

De acordo com Roland Hendel, proprietário do lugar, ele não teve tempo de salvar todos os membros de sua família do fogo. Além de seus filhos, ele tem ainda dois cães e oito cabras. Quando percebeu o fogo se aproximando de sua casa, ele só teve tempo de salvar as crianças e um dos cães, Tessa.

O cachorro Odin estava com as cabras. Ele poderia ter fugido e Roland não conseguia entender qual o motivo do cão ter continuado onde estava.

Roland perdeu absolutamente tudo, mas sua maior dor era em relação seu grande amigo Odin e as cabras que tinham ficado no incêndio. Ele estava se sentindo bastante culpado por não ter conseguido salvar os animais. “Eu tinha certeza de que os tinha condenado a uma morte horrível e agonizante”, escreveu ele em uma rede social.

Apesar de bastante exausto e sujo, o cão Odin foi encontrado vivo junto com as cabras. (Foto: Reprodução / Facebook Roland Tembo Hendel)

Quando o fogo acabou e ele teve permissão de voltar ao local onde ficava sua casa, Roland e sua família tiveram uma surpresa maravilhosa. Em meio à devastação total da casa, oito de suas cabras resgatadas e o cachorro Odin continuavam na área, vivos, apesar de visivelmente cansados.

Odin estava bastante exausto e sujo por conta da fumaça, mas parecia estar bem. O reencontro com a família, principalmente com a cadela Tessa, deixou o cão bem animado.

“Ele parece estar ficando mais forte, e a presença de sua irmã seguramente ajudará a levantar seus espíritos e tirar um pouco do peso de seus ombros gigantes”, afirmou Roland.

O reencontro com sua família deixou Odin muito animado. (Foto: Reprodução / Facebook Roland Tembo Hendel)

Todos acreditam que o cão tenha ficado no local para cuidar das cabras, pois ele sabia que isso era sua responsabilidade no momento em que aconteceu o incêndio. Porém, como eles conseguiram se salvar continua sendo um grande mistério.

Fonte: Life With Dogs

Califórnia proíbe a venda de animais provenientes de “fábricas de filhotes”

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 out 2017 - 18:31

O governador da Califórnia, nos Estados Unidos, deu um enorme passo para o fim da comercialização de animais de estimação. A partir do ano que vem, será proibida a venda de cães, gatos e coelhos provenientes de criadores ilegais e de fábrica de filhotes no estado norte-americano.

De acordo com uma nova lei, que foi assinada pelo governador Jerry Brown no dia 13 de outubro e entrará em vigor no dia 1º de janeiro de 2019, as lojas de animais e pet shops de toda a Califórnia só poderão oferecer animais vindos de abrigos ou provenientes de resgates.

Os locais conhecidos como “fábricas de filhotes”, na maioria das vezes, não possuem a estrutura certa para manter os animais. (Foto: Reprodução / Gaikphotos)

As lojas que forem flagradas vendendo animais vindos de criadores ilegais ou de fábricas de filhotes poderão receber multas de até 500 dólares.

Essa proibição tem como objetivo acabar com as chamadas “fábricas de filhotes”, locais onde animais são confinados apenas com a finalidade de reproduzir para que os donos tenham lucro financeiro com a venda dos filhotes. E tudo isso em larga escala, ou seja, em grandes quantidades.

A preocupação com este tipo de comércio é muito grande, pois esses locais não oferecem a estrutura e nem os cuidados que os animais precisam, tanto matrizes (como são conhecidas as cadelas reprodutoras, as mamães) quanto filhotes.

Nesses locais, as cadelas matrizes, as mães, não recebem nenhum tipo de cuidado e são bastante negligenciadas. (Foto: Reprodução / One Green Planet)

Essa falta de cuidados e condições pode causar doenças e até traumas nos animais. Além disso, na maioria das vezes as pessoas que compram animais provenientes destes lugares nem imaginam como os bichinhos viviam antes de serem levados para o novo lar.

36 cidades da Califórnia, incluindo Los Angeles, San Francisco e San Diego, já proíbem a criação em massa, em grande quantidade. Agora, a proibição da venda é em todo o estado. Porém, criadores particulares ainda poderão vender animais de forma independente.

Nas “fábricas de filhotes” os animais vivem amontoados e muitas vezes em meio a muitas sujeiras. (Foto: Reprodução / schnauzerfriendsza)

“Quando os consumidores compram cachorros e gatinhos nas lojas de animais, desconhecem, muitas vezes, a origem dos animais e contribuem para uma indústria triste e de sofrimento”, disse Deborah Howard, presidente da Companion Animal Protection Society (CAPS), que acredita que a mudança irá ajudar a quebrar um ciclo de crueldade e maus-tratos, principalmente com as cadelas utilizadas apenas para procriar e que acabam sendo descartadas quando não podem mais ter filhotes.

Fonte: The Telegraph / Jornal de Notícias