Adenovirose em cães

Não tão conhecida por tutores, existem dois tipos principais de Adenovírus canino, que são: O tipo 1 e o tipo 2. Saiba mais sobre a Adenovirose em cães

por George Augusto — publicado 24 maio 2014 - 11:14

A adenovirose é uma doença não muito conhecida pelos tutores de cães domésticos, por não ter uma divulgação ampla como outros tipos de moléstias que costumam infectar esses animais. Por conta disso, muitas vezes acontece que ela seja passada despercebida. A adenovirose merece ter uma atenção especial pelos criadores, pois um cão acometido com a doença pode ir a óbito.

 

Principais causas da adenovirose

Existem vários fatores que podem causar o aparecimento da adenovirose em cães. Uma das principais causas é o contato direto entre cães, onde os animais infectados transmitem a doença para os sadios. Outro ponto que é bastante propício para o aparecimento da doença é a higienização do ambiente em que o animal vive. A principal causa para o aparecimento da adenovirose é a queda na imunidade do pet. Isso se dá devido à má alimentação, ao manejo inadequado do animal e a administração de remédios inadequados.

 

Tipos de adenovirose

Existem dois tipos principais de Adenovírus canino, que são: O tipo 1 e o tipo 2.

 

Adenovírus canino do tipo 1 (CAV-1): Esse primeiro tipo de adenovírus é o principal causador da doença Hepatite Infecciosa Canina (HIC). Essa doença é de origem infecto-contagiosa e acomete principalmente cães filhotes e não vacinados.

Os principais sinais clínicos dessa moléstia, são:

– Diarréia com ou sem presença de sangue;

– Febre intensa;

– Dor abdominal;

– Icterícias (mucosas amareladas);

– Fígado aumentado de tamanho;

– Depressão;

– Perda de peso.

– Em casos mais severos, prostração e morte do animal.

 

Adenovírus canino do tipo 2 (CAV-2): É o causador principal da doença chamada “Tosse dos Canis”, também popularmente chamada de Gripe Canina. Essa moléstia é extremamente contagiosa, causando sérios danos ao sistema respiratório do animal, sendo bastante encontrada em aglomerações de cães.

Os principais sinais clínicos dessa enfermidade, são:

– A tosse intensa (sendo a mais percebida pelos tutores);

– Tentativas de vômitos;

– Depressão;

– Resistência ao esforço físico;

– Respiração forçada;

– Apatia.

 

O diagnóstico da Adenovirose deve ser feito por um profissional médico veterinário. É feita a anamnese junto ao proprietário, como também, o exame clínico do animal. Normalmente o médico veterinário opta pelo o exame laboratorial para confirmação do diagnóstico.

O tratamento para a adenovirose é feito através de terapia medicamentosa escolhida pelo médico veterinário da sua confiança. Não se deve, de maneira alguma, medicar o animal sem o acompanhamento de um profissional habilitado, pois o quadro do animal pode ter ruma piora significante, levando o mesmo a óbito.

A prevenção dessas doenças consiste na vacinação anual do seu pet. Jamais deixe de vacinar seu animal. É importante que o animal seja levado a um profissional para a avaliação, e em seguida, à vacinação. Outro ponto importante para a prevenção da adenovirose, é não permitir que o animal sadio entre em contato com animal que não se sabe a procedência. O manejo adequado do seu animal pode evitar, de modo significante, o aparecimento do vírus. Consulte rotineiramente um médico veterinário.

 

Adenovirose em cães. Foto: Reprodução

Adenovirose em cães. Foto: Reprodução

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times